quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sherlock Holmes

O MÉTODO CIENTÍFICO

O que é o método científico?

A expressão método científico utiliza-se com diferentes significados e, frequentemente, abusa-se dela para justificar uma determinada posição pessoal ou social com relativo desconhecimento da complexidade do conceito. Como o seu próprio nome indica representa a metodologia que define e diferencia o conhecimento da ciência de outros tipos de conhecimentos.

A filosofia da ciência cria o método científico para excluir tudo o que tem natureza subjetiva e, portanto, não é susceptível de formar parte do que denomina conhecimento científico. Em última instância, aquilo que é aceite pelo sentido comum propriamente dito e, por isso, adquire caráter de geralmente aceite pela comunidade científica e pela sociedade.

Obviamente nem toda a gente estará de acordo com o parágrafo anterior, existem correntes diversas da filosofia da ciência que derivam, por sua vez, dos diferentes conceitos sobre realidade, percepção, teorias, etc.

Por outro lado, sabemos que existem coisas cuja natureza é precisamente subjetiva. A aproximação científica a estes elementos é complexa e normalmente efetua-se através dos métodos científicos menores, desenhados para ramos específicos do saber.

Trata-se daqueles que são distintos dos três métodos básicos (indutivo, dedutivo e hipotético-dedutivo ou de verificação de hipóteses) que se costumam aplicar às ciências naturais (física, química, biologia, etc.) em contraposição às chamadas ciências humanas (economia, política, etc.). Entre estes métodos podemos citar: hermenêutico, fenomenológico, dialético, funcionalismo, estruturalismo, etc.

Na realidade, apesar de receber a mesma denominação de métodos científicos estamos a referir-nos a coisas não diferentes, mas sim situadas numa escala diferente. Paradoxalmente, se falássemos do mundo da tecnologia do transporte, estes gêmeos nominativos referir-se-iam num caso a tipos de peças elementares como porcas ou parafusos e noutro tipo de veículos como motos, carros, caminhões, barcos, aviões, foguetes, etc.

Por outras palavras, existem três tipos básicos e os restantes são tipos compostos dos anteriores que tentam definir uma estrutura complexa e que, portanto, se encontram numa escala macroscópica em relação aos primeiros.

Da mesma forma, é óbvio que o conceito de tempo vai associado ao de vida, e por extensão ao de amor. Mas a existência do amor não é científica! Também não sabemos muito bem o que é isso da vida. E o que são os sistemas de impulso vital?

Aqui estamos chegando ao problema existencial de certos ramos da ciência, não querem ou não podem reconhecer que existem a vida e o amor com o correspondente exercício da sua liberdade. É como se a liberdade fosse o inimigo do conhecimento e da ciência, esta tenta descobrir leis que expliquem os acontecimentos e onde não consegue impõe ao seu deus particular a aleatoriedade.

Encontramos um protótipo de agnosticismo em Laplace (1749-1827) quando diz: “Se num instante determinado conhecêssemos a situação e a velocidade exatas de todas as partículas do universo, poderíamos deduzir por cálculos todo o passado e o futuro dele”. Para mim, esta afirmação necessita de um ato de fé maior do que a contrária; simplesmente porque ainda que a liberdade não seja muito científica sinto-a no meu interior.

Talvez vá sendo hora de mudar e aperfeiçoar o próprio conceito de ciência. Não por ser muito ortodoxo ou rígido teoricamente conseguem-se melhores resultados práticos; frequentemente, a relação é inversa quando se ultrapassa determinado limite.

Video sobre os PARADIGMA de THOMAS KUHN

PARADIGMA EM THOMAS KUHN


O estudo de Thomas Kuhn, A estrutura das Revoluções Científicas, é o texto que trouxe à tona o uso do conceito de paradigma nos anos 1970/80, aplicado à história do fazer científico.

Um primeiro aspecto que chama a atenção é o fato do autor dirigir sua análise sob a perspectiva de que a visão paradigmática tenciona orientar a quem se prepara para ingressar na atividade científica. Diz explicitamente que “o estudo dos paradigmas [...] é o que prepara basicamente o estudante para ser membro da comunidade científica na qual atuará mais tarde”, p. 31.

Isso significa que esse candidato a cientista irá estudar modelos do campo científico de seu interesse a fim de moldar-se nos fundamentos da “ciência normal” (Kuhn) desse campo. Aliás o significado clássico de paradigma em Platão, por exemplo, é a idéia de modelo. Uma vez moldado ao modelo, o novo cientista domina uma espécie de mapa do conhecimento limitada à sua zona de escolha. Enfim, ele tem a assimilação de um roteiro. Isto ocorre desse modo porque “...uma comunidade científica, ao adquirir um paradigma, adquire igualmente um critério para a escolha de problemas que, enquanto o paradigma for aceito, poderemos considerar como dotados de uma solução possível”, p. 60.

Percebe-se, numa análise mais detida, que o conceito de paradigma, aqui recuperado, associa-se à atividade de busca visando a transformação e a ampliação do conhecimento. Com isso, aproxima-se bastante da idéia do mapa do conhecimento dominado por um dado grupo. À idéia deste mapa do conhecimento está associada a idéia da existência de um patamar básico de conhecimentos que existiriam como necessários para dar suporte à concepção e à recepção das questões científicas. Tal circunstância, conforme Kuhn, vai ser demonstrada pela investigação histórica da comunidade acadêmica. Ele vai dizer que uma investigação atinente à comunidade científica “de uma determinada especialidade, num determinado momento, revela um conjunto de ilustrações recorrentes e quase padronizadas de diferentes teorias nas suas aplicações conceituais, instrumentais e na observação”, p. 67. E, diz também, que tais ilustrações são “os paradigmas da comunidade, revelados nos seus manuais, conferências e exercícios de laboratórios”, p. 68

No aprofundamento de sua discussão, Kuhn observa um conjunto de fenômenos que conforma os candidatos a pesquisadores à formação de uma falsa idéia de linearidade da evolução de seu respectivo campo especializado, que funcionaria como um fundo não dialetizado do saber daquele domínio dando-lhe certeza do perfil do conhecimento mais correto. Com isso, forma-se a crença nesse saber que, sendo seguido como verdadeiro, levará imediatamente a uma resistência às mudanças. Quando tais certezas vêm a se embaralhar e as explicações para os fenômenos começam a ser contraditadas, ou quando outras explicações são apresentadas em eventos científicos com tendência à aceitação e quando as práticas de laboratório seguem principalmente teorias mais recentes e adotam outros procedimentos metodológicos, produzindo resultados científicos mais facilmente aceitos, está instalado outro paradigma.

De outro lado, a perspectiva Kuhniana tende a ser drástica quanto à forma de ruptura que o novo paradigma provoca na comunidade científica. Para ele, “quando a comunidade científica repudia um antigo paradigma, renuncia simultaneamente à maioria dos livros e artigos que o corporificam, deixando de considerá-los como objeto adequado ao escrutínio científico”, p. 209. Isso, não quer dizer, naturalmente, que a ruptura se dá de imediato. No entanto, pode significar uma guinada de fato, especialmente se for olhado como Kuhn estabelece o conceito-síntese de paradigma. Sua concepção é a de que “um paradigma é aquilo que os membros de uma comunidade partilham e, inversamente, uma comunidade científica consiste em homens que partilham um paradigma”, p. 219.

FILOSOFIA DA CIÊNCIA

Porque não se aceitou cientificamente a existência de planetas até que não se detectaramo que parece que são planetas e se aceitou que a velocidade da luz é constante em todo o universo quando também não se pôde comprovar?


Desde logo, a probabilidade de que existissem planetas fora do sistema solar pode decidir-se que era a unidade para as probabilidades que maneja o cérebro humano normalmente.

Para mim, as razões lógicas para a sua existência são muito mais potentes do que os novos descobrimentos que indicam a sua existência.


O pensador de Rodin
e filosofia da ciência


O pensador de Rodin e filosofia da ciência

Imagino que com o conceito de ciência moderno não se podia aceitar como certo porque não era necessário nem urgente; mas na prática, a maioria dos humanos pensava que não existiam ou tinham dúvidas muito maiores do que as razoáveis, o que é bastante diferente de não ter a certeza completa. Por outro lado, pode-se sempre negar a possibilidade da certeza por influência da filosofia.

Com o conceito de ciência atual e a existência de vida orgânica acontece o mesmo, do ponto de vista lógico, não pode existir nenhuma dúvida razoável da sua existência fora do nosso planeta ou do sistema solar. Isto é assim pelo jogo de probabilidades puramente matemáticas.

Outros conceitos mais modernos de vida ou mais clássicos, dependendo de como se veja, têm outro problema mais imediato, nem sequer se reconhece ou se pode reconhecer de forma científica a sua existência na Terra. Claro que outra coisa é negá-lo, como mais de um cientista pretende, porque com a negação acontece o mesmo que com a afirmação: São necessárias provas!

Se nos perguntarmos pelo conceito de ciência ou simplesmente o que é a ciência, teremos que recorrer a uma disciplina externa, a filosofia da ciência.

Filosofia da ciência entendida como um nível de raciocínio lógico que nos conduz ao conceito de ciência e não como uma disciplina acadêmica que utiliza muitas palavras em latim ou em grego. Filosofia da ciência como a auto-limitação que se impõe à criança filósofa para descobrir as maravilhas do novo mundo que têm um profundo sentido comum.

Ainda que a corrente que impera na atualidade da filosofia da ciência aceita com orgulho a falta de sentido comum de muitas das proposições científicas e a existência de coisas ou conceitos impossíveis, eu estou convencido de que, para um avanço sustentado da ciência, há que resistir às tentações de explicações fáceis da realidade e rejeitar radicalmente no âmbito da filosofia da ciência e do conceito de ciência certos elementos de bruxaria ou magia negra como:

  • Conjuntos vazios com conteúdo
  • Energias negativas
  • Coisas que estão em dois sítios ao mesmo tempo
  • Tautologias apresentadas como teorias científicas
  • Efeitos anteriores às suas causas ou coisas que saem antes de entrar
  • Instrumentos que mudam a sua medida sem que os seus mecanismos de medição se vejam afetados
  • Forças à distância ou pura telepatia
  • Dimensões e imaginações que não se podem provar ou refutar
  • Efeitos sobre o mundo físico de puras abstrações matemáticas
  • Jogos da linguagem e requisitos científicos sobre a sua forma de expressão em física

A percepção, a intuição e a lógica são as três armas utilizadas pelo homem para aumentar o seu domínio sobre a natureza. Como veremos o denominado método científico da filosofia da ciência tem três variantes principais baseadas nestes três instrumentos.

Neste sentido, a percepção e a lógica são os conceitos extremos enquanto que a intuição se situaria no meio; permitindo esta última a formulação de teorias que superem em alguns casos as desenvolvidas através da lógica e da percepção ou da combinação de ambas. Em alguma medida toda a teoria é uma combinação das três.

Por outro lado, inclusivamente do ponto de vista da filosofia da ciência não podemos negar que por vezes foi a loucura a que fez avançar a ciência ao ter-se proposto temas que pareciam impossíveis anteriormente. Noutras ocasiões o que fez avançar a ciência foi oamor, talvez se referisse a isso Newton ao contar-nos o maravilhoso conto da maçã.

Enfim, fiquemos com a idéia de que o meu próprio conceito de ciência e um pouco de tudo me levou a formular a Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida para ajudar à evolução da ciência em matéria de genética e biologia.

Dada a importância da correta interpretação do método científico e o objetivo de neutralidade pessoal ao avaliar a teoria da evolução que se apresenta, incluiu-se um apartado especial relativo aos limites do conhecimento derivados dos elementos contextuais de psicologia pessoal, social y de sociologia da ciência que podem afetar a aceitação de uma teoria evolutiva ou outra.

O impulso deve ter sido tão forte que um desenvolvimento natural da Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vidafoi dos quatro livros digitais em linha em que se dividiu a exposição da Teoria Cognitiva Global: o cérebro e os computadores, a inteligência e a criatividade, a memória e, por último, a vontade, os processos de tomada de decisões e a inteligência artificial.

Para demonstrar tanta teoria sobre a inteligência elegante, com maior acerto do esperado, desenvolvi o Estudo IDI sobre a análise estatística do inteligente desenho da inteligência com base nos dados longitudinais de quocientes de inteligência de famílias (pai, mãe, filhos, irmãos normais e gêmeos) existentes graças ao Young Adulthood Study, 1939-1967.

Como estava satisfeito, e tinha descoberto a Equação do Amor, decidi tentar compreender a Teoria da Relatividade, sem abandonar o meu conceito de filosofia da ciência e, em conseqüência, elaborei a Teoria da Equivalência Global para substituí-la antes que aconteça algum acidente estelar.

Finalmente, como havia argumentações da filosofia da ciência e reflexões sobre o conceito de ciência em todos os livros para tentar compreender porque tinha falhado tanto a evolução da ciência e o método cientifico, com a aceitação de paradigmas científicose teorias tão pobres do ponto de vista do sentido comum, decidi reuni-las no presente livro dedicado ao citado método científico global.

Há que citar a existência de uma simpática coleção de contos chineses sobre a autora e um conto de terror, que é melhor ignorá-lo na medida do possível, sobre os engenhosos da Inquisição. Quem avisa não é traidor!

Ao mesmo tempo, parece-me importante a defesa do método científico e do conceito de ciência atual porque é uma das grandes conquistas da humanidade e da vida em geral. Contudo, acho que seria conveniente que se desprendesse de algumas lápides decimonónicas e de obstáculos vigesímicas; entre as que se podem destacar os seus complexos ateus e o ser véu utilitarista respectivamente.

Por motivos sociológicos, acho que a filosofia da ciência se desvirtuou no século XX devido à quase constante negação de inegáveis avanços do conhecimento científico lógico por um aperfeiçoamento idealista inalcançável enquanto se abraça o ilógico sempre que represente interesses particulares ou de grupo. Talvez se deva ao próprio desenvolvimento da filosofia da ciência que se encontre na etapa da intrépida adolescência.

Outra forma de dizer o mesmo é que a comunidade científica trata de esconder as suas próprias limitações na complexidade e a suposta falta de lógica da natureza.


Etapa da Aceitação - Sociologia da ciência


A terceira etapa nesta visão da metodologia da ciência é a da aceitação. Uma boa análise da evolução da ciência a médio e longo prazo é a realizada por Kuhn em 1962 no seu livro sobre a estrutura das revoluções científicas.

Outras posições como a acumulação de conhecimento ou a verossimilhança de Popper também me parecem razoáveis, ainda que o ponto de vista possa diferir.

Apenas sublinhar que uma coisa é experimentar uma teoria e outra que os técnicos da comunidade científica correspondente tenham tempo ou predisposição de ler teorias fora do paradigma imperante.

Como assinala a sociologia da ciência, esta etapa é a causa da maior parte dos problemas da ciência e a sua metodologia.

Em concreto, parece que o melhor método científico desta etapa é o método da morte súbita, que consiste em deixar passar 500 anos ou os que forem precisos até que alguém te leia e, entretanto, procurar passar despercebido pelos céticos. Não obstante quero dizer que não é uma queixa, mas sim uma realidade. Eu penso que não pode ser de outra forma, o ser humano é assim e é assim que eu gosto.

Verificação de uma teoria científica

  • O método científico experimental
  • O método Pop up ou Veus vei

A segunda etapa do método científico será a de verificação das teorias científicas. Ao falar das etapas comentei a localização do método experimental na segunda etapa em vez de junto aos outros métodos elementares clássicos de acordo com esta classificação dos métodos científicos, citado por Galileu.



ETAPAS
METODOLOGIA DA CIÊNCIA

  1. Apresentação e passos do método científico.
    • Exposição.
    • Argumentação.
      • Lógica.
      • Intuição.
      • Criatividade (Jump – Salto mortal)
    • Conclusão.

  2. Validação de uma teoria científica.
    • Verificação de hipóteses.
    • Sentido comum (Galileu - Veus vei)

  3. Aceitação (Sociologia da ciência)
    • Comunidade científica.
    • Sociedade no seu conjunto.

Em relação aos procedimentos de verificação de uma teoria, o método científico atual não é completo porque só aceita a verificação experimental e não a via puramente racional ou de sentido comum, como já indicava também Galileu.

Na prática o método científico experimental atual utiliza-se como se quer, por exemplo, acontece que a constante da gravidade é universal e que eu saiba ninguém se passeou pelo universo para comprová-lo. Além disso, tenho sérias dúvidas de que assim seja, é um tema bastante escuro.

Um exemplo contrário é a existência de planetas girando em redor de outras estrelas. Até há muito pouco a sua existência não era científica e acho que ninguém com um mínimo sentido comum poderia pensar que não existiriam, tendo em conta o número de estrelas que se vêem de noite. Supondo que o ser humano ainda se encontra numa etapa heliocêntrica com gripe relativista, posterior à ptolemaica.

O segundo método científico da etapa de verificação de uma teoria científica, baseada no sentido comum, denomina-o método Pop up (salto automático) porque é auto-suficiente, há coisas que não se podem demonstrar, são evidentes ou de sentido comum, digamos que saltam à vista. Outra denominação muito descritiva é a de método Veus vei pela questão do clássico jogo do vejo, vejo da criança filosófica.


Galileo Galilei (1564-1642)
(Imagen de domínio público)
Galileo Galilei (Domínio público)



Convém repetir, porque parece que se esquece demasiadas vezes, que a falsificação não só se dá no método experimental como se pode ser também de caráter lógico. Quando tem caráter lógico é que se chegou a uma impossibilidade lógica ou paradoxo mental que nos invalida as premissas de forma óbvia, ou seja, chega-se a uma situação ad absurdum dentro do que denominamos método Pop up ou método Veus vei.

Por outras palavras, os paradoxos, sejam de gêmeos, de efeito causa ou de abruxavó o que indicam é a presença de falhas na teoria proposta.

Claro que sempre se podem cometer erros com qualquer método que se utiliza, mas o conhecimento científico é um conceito dinâmico e sempre se podem refutar teorias anteriores. De certeza que até se podem melhorar os nomes utilizados.

Em relação às duas posturas filosóficas do método experimental, tanto a verificação segundo o Círculo de Viena ou a da falseabilidade de Popper me parecem razoáveis e muito equivalentes na prática.



Processo




Processo (no latim procedere é verbo que indica a ação de avançar, ir para frente (pro+cedere)). É conjunto sequencial e peculiar de ações que objetivam atingir uma meta. É usado para criar, inventar, projetar, transformar, produzir, controlar, mantere usar produtos ou sistemas.

[editar]Ciência da computação

Na ciência da computação, processo pode ter vários significados:

  • Em Sistemas Operacionais, processo é um módulo executável único, que corre concorrentemente com outros módulos executáveis. Por exemplo, em um ambiente multi-tarefa (como o Unix) que suporta processos, um processador de texto, umnavegador e um sistema de banco de dados são processos separados que podem rodar concomitantemente. Processos são módulos separados e carregáveis, ao contrário de threads, que não podem ser carregadas. Múltiplas threads de execução podem ocorrer dentro de um mesmo processo. Além das threads, o processo também inclui certos recursos, como arquivos e alocações dinâmicas de memória.
  • Em Bancos de dados, processo é um conjunto de operações lógicas e matemáticas feitas em dados, de acordo com instruções programadas, com o objetivo de adquirir a informação desejada. Inclui código, dados e outros recursos de sistema, além de pelo menos uma thread de execução, que faz a tarefa de processamento dos dados.

[editar]Outros campos de conhecimento

  • Em gerência de operações, processo é a seqüência de passos, tarefas e atividades que convertem entradas de fornecedores em uma saída. Exemplos de processos incluem a formação, preparação, tratamento ou melhora de materiais em suas características físicas ou químicas, resultando na sua transformação.
  • Em anatomia, processos são saliências ou protuberâncias naturais que órgãos (como ossos) de organismos apresentam.
  • Em psicologia, processo é o desempenho de alguma atividade cognitiva composta: uma operação que afeta o conteúdo mental: "o processo do pensamento"; "o processo cognitivo da memória".
  • Em administração de empresas, processo é o conjunto de atividades realizadas na geração de resultados para o cliente, desde o início do pedido até a entrega do produto. De acordo com outro conceito mais moderno, que é transdisciplinar,processo é a sincronia entre insumos, atividades, infra-estrutura e referências necessárias para adicionar valores para o ser humano.
  • Em gerenciamento de processos (também apelidado BPM), processo de negócios é uma sequência de tarefas (ou atividades) que ao serem executadas transformam insumos em um resultado com valor agregado. A execução do processo de negócio consome recursos materiais e/ou humanos para agregar valor ao resultado do processo. Insumos são matérias-primas, produtos ou serviços vindos de fornecedores internos ou externos que alimentam o processo. Os resultados são produtos ou serviços que vão ao encontro das necessidades de clientes internos ou externos.

Dada a similaridade das suas composições, "Função de Negócio" e "Processo de Negócio" são conceitos que frequentemente suscitam dúvidas entre as pessoas interessadas em formar um melhor entendimento a respeito dos elementos de uma Arquitetura de Negócios. Ambos são "coisas que a empresa faz", entretanto, os processos são transfuncionais (ou horizontais), já que perpassam diversas barreiras funcionais dentro da organização (ex.: adquirir bem, alienar bem, contratar funcionário), enquanto que as funções, que em conjunto descrevem a missão da empresa, são verticais (ex.: contabilidade, vendas, logística).


(WIKIPÉDIA)

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